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Reviravolta: facada em Bolsonaro tem novidade e Polícia Federal se pronuncia

A Polícia Federal se pronunciou sobre o caso que envolve a facada no presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. Após a entidade revelar que não tinha provas de que Adélio Bispo agiu sob mando de terceiros, agora a Polícia Federal pede mais tempo. A visão é que ainda falta muita coisa a ser descoberta.

A reviravolta surpreendente do caso deve aumentar a investigação em pelo menos mais noventa dias. Isso porque, segundo o delegado que apura a facada em Jair Bolsonaro, ainda faltam muitas pessoas a serem ouvidas sobre o caso. Adélio continua preso.

O delegado Rodrigo Morais Fernandes justifica o pedido de extensão com o aparecimento de algumas questões, uma delas é uma suposta fraude que envolve a rede social de Adélio. Rodrigo fez o pedido ao Ministério Público de Minas Gerais, que ainda não se pronunciou sobre a solicitação.

Além das redes sociais, outros exames periciais ainda necessitam ser feitos pela Polícia Federal. Vale lembrar que, nas redes sociais, Jair Bolsonaro sempre acusou um suposto grupo de querer que ele fique longe do poder. Adélio, no passado, foi filiado ao PSOL.

A finalidade do inquérito é descobrir se Adélio teve a ajuda de alguém ou de alguma organização criminosa. Ele foi preso logo após o ato e as investigações realizadas até agora apontam que ele agiu sozinho por discordar politicamente de Bolsonaro.

Se o novo prazo for concedido, a PF também espera durante este período obter da Justiça a liberação para análise dos materiais apreendidos com o advogado de defesa Zanone Manuel de Oliveira Júnior.

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