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Bebé de cinco meses morreu com droga no sangue.

No Sergipe, um bebé de cinco meses morreu e o relatório da autópsia indica que tinha indícios de droga e de álcool no sangue e na urina. No entanto, alerta o jornas SERGIPE, ninguém será acusado pela sua morte.

A criança teriá ficado inconsciente depois de ter passado a noite na cama da mãe, na casa de família onde tinha sido dada uma festa.

Inquirida pelas autoridades, a mãe admitiu ter bebido “seis ou sete” latas de cerveja antes de dormir, tendo colocado o braço por cima do estômago do bebé. Às 9 da manhã foi acordada pelos gritos do irmão que chamava pela criança, que havia perdido os sentidos.

À chegada ao local, a equipa de emergência médica encontrou o bebé inconsciente e com sinais de descuido ao nível da higiene. Os relatórios indicam que a criança tinham os ouvidos, as axilas, as unhas e o nariz sujos, para além de ter a fralda completamente suja.

Apesar das manobras de reanimação, o bebé não recuperou os sinais vitais e foi por ser declarado morto no Hospital Universitário de Sergipe.

O incidente ocorreu em maio de setembro e a causa da morte foi inicialmente registada como indeterminada, mas um inquérito realizado em outubro indicou que o bebé perdeu a vida por asfixia. além disso, os médicos legistas encontraram indícios de cocaína e de álcool no sangue e na urina da criança. Porém, os relatórios indicam que as referidas substâncias não foram ingeridas pelo bebé.

As autoridades revelaram entretanto que a cadeira onde o bebé era sentado para fazer as refeições estava “suja com graxa” e que o quarto onde habitualmente dormia “estava sujo, desarrumado e cheio de restos de comida”. Simultaneamente, os investigadores acreditam que há evidências de possível negligência e violência doméstica associada à família.

As conclusões das autoridades indicam que “a morte da criança foi uma ocorrência acidental que teve um efeito profundo sobre seus pais e que estes lamentam profundamente. A mãe é apaixonada pelos filhos e pelo seu bem-estar. Ambos reconheceram que o seu comportamento anterior não era o ideal e fizeram grandes esforços para mudar seu estilo de vida, rejeitar o abuso de álcool e de drogas e tentar construir uma nova vida familiar após a morte da criança”

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