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Um homem abusa de sua filha de 15 anos. Quando ela vê o resultado do DNA, seu mundo desaba.

Catherine St. Germain (34 anos), de Loveland, Colorado, nos Estados Unidos, estava vivendo o melhor momento de sua vida. Ela havia se separado do marido, pai de sua filha de 15 anos, Alyssa, e estava iniciando um relacionamento com um homem chamado Aaron Scott, que ela amava muito.

Ela o conhecia há 20 anos. Ele era um veterano da Marinha Americana e ex-policial com três filhos: duas meninas e um menino. Ele era carinhoso, apegado à família, inteligente e um romântico de carteirinha. Era o paraíso na Terra para Catherine, uma felicidade até então desconhecida, depois de anos presa em um casamento sem amor.

Eles se casaram em 28 de junho de 2014 e, ao invés de aliança, eles decidiram fazer uma tatuagem, para marcar o amor que os uniria para sempre. Eles literalmente selaram a união com sangue e tinta, pois ela tinha certeza de que finalmente havia encontrado o seu “final feliz”.

Quase um ano depois, em 23 de abril de 2015, Catherine recebeu uma ligação da polícia. Eles a instruíram a não falar com Aaron e ir até a delegacia o mais rápido possível. Catherine não tinha ideia do que poderia estar acontecendo, mas sentiu que era algo sério.

Ao chegar na delegacia, o mundo de Catherine desabou. Lá, estava sua filha Alyssa com os policiais, que disseram a ela algo que ela nunca imaginou ouvir: Aaron tinha estuprado a adolescente. Catherine sentiu seu coração partir quando soube que o homem que ela tinha amado e levado para dentro de sua casa havia causado tanto dano a sua filha.

Catherine mal teve contato com ele novamente. Ela o expulsou de casa e moveu uma ação contra ele. Aaron alegou inocência e disse que Alyssa estava mentindo. Mas o exame de DNA mostrou o contrário. Apenas quando foi encurralado com as provas, o homem admitiu a culpa e pediu para entrarem em um acordo. A pena que ele recebeu revoltou muita gente, e foi por isso que Catherine decidiu fazer um vídeo, que já foi reproduzido mais de 60 milhões de vezes.

O vídeo mostra Catherine contando sua história usando cartazes com informação e fotos dela com Aaron, de quando eles estavam juntos. As imagens e as palavras são bastante fortes e revelam o quão difícil tem sido lidar com toda essa situação, especialmente para sua filha. Aaron foi sentenciado em 20 de janeiro de 2016 a 90 dias na prisão e mais 8 anos de liberdade condicional específica para quem comete crime sexual (nos EUA, os agressores devem fazer um cadastro online e seguir as regras de onde e como eles podem viver e se comportar. Algumas das regras são: não fazer uso de bebida alcoólica, não usar computadores, usar um monitor com GPS para o resto da vida, fazer testes com detectores de mentira, contar às suas novas parceiras(os) sobre seu histórico como criminoso sexual, entre outras coisas).

Para Catherine e todos à sua volta, a notícia foi um choque. Como esse criminoso poderia ser solto em tão pouco tempo? Além disso, ela soube que a mãe dos filhos de Aaron não havia sido notificada da prisão dele. O terror cresceu dentro dela: quantos criminosos estão por aí pelas ruas sem ninguém saber? Quantas mães solteiras estão deixando predadores entrarem em suas casas, quando eles estão esperando apenas o momento certo para avançarem em seus filhos?

A mensagem de Catherine é forte e clara: antes de tudo, sempre acreditem em seus filhos. Eles são as vítimas e os mais vulneráveis. Eles são as pessoas mais importantes da sua vida e merecem a sua confiança. Ela também lembra a todas as mães solteiras de sempre checarem pela internet perfis e dados de criminosos que foram soltos. Sua infeliz experiência mostra que verificar esses dados é imprescindível, não importa quem seja a pessoa, mesmo que você a conheça há 20 anos. Suas próprias palavras resumem: “Monstros parecem e se comportam de maneira normal. Eles são MUITO bons em esconder quem REALMENTE SÃO. Eles são as pessoas a quem confiamos os nossos filhos TODOS OS DIAS”.

Se você quiser ver o vídeo que viralizou, assista aqui (em inglês):

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