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“Meu filho, me perdoe.” Mãe pede desculpas após filho morrer porque fez uma má escolha

Seja por orgulho ou por pura comodidade, não são poucas as ocasiões em que as pessoas se colocam em perigo puro e desnecessário. Um bom exemplo disso está na questão do ainda excessivo número de motoristas que dirigem embriagados pelas estradas brasileiras. E isso por falta de aviso? Convenhamos que não.

No Mato Grosso do Sul, uma triste tragédia ganhou repercussão na capital Campo Grande. Um acidente de trânsito culminou com a morte de um bebê de 8 meses que estava no colo da mãe no banco do passageiro de um carro dirigido por um motorista, segundo a polícia, embriagado.

Por meio de seu Facebook, a mãe da criança publicou uma mensagem na qual pedia desculpas para o seu filho: “Meu filho, vai com Deus. me perdoe por tudo.” Junto, ela colocou uma imagem de luto em seu perfil. No momento do acidente, ela estava acompanhada do bebê, de sua outra filha, de 9 anos, e do pai da criança, um jovem de 25 anos que estava no volante.

O veículo onde a família estava colidiu com um outro carro após entrar na contramão de uma rua na Vila Palmira. De acordo com informações do portal G1, o delegado João Eduardo Davanço comentou que o pai seguia para uma loja de conveniência para comprar mais cerveja enquanto fugia de um outro acidente, ocorrido uma quadra antes, quando houve a batida que resultou na morte do bebê. E no carro foi apreendida uma lata de bebida alcoólica.

Após a colisão, a criança de colo morreu na hora enquanto a mãe e a menina se feriram e precisaram ser levadas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA), e já receberam alta. A mulher afirmou à polícia que no momento da batida o pai se distraiu enquanto mexia no som do automóvel.

O pai do bebê apontou 0,73 miligramas de álcool no teste do bafômetro. A partir de 0,30 miligramas, conduzir um veículo é considerado um crime de trânsito que pode ser punido com prisão, pagamento de multa e a perda do direito de dirigir. Davanço afirmou que o motorista foi autuado por homicídio culposo – quando não há a intenção de matar -, lesão corporal e evasão do local de acidente. E a polícia pediu sua prisão preventiva.

Por mais triste que casos assim sejam, eles devem servir como alerta. Até quando insistir que não há problema em dirigir após o consumo de álcool? E outro detalhe: dentro de um carro em movimento, não leve as crianças no colo.

 

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