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O jovem de 17 anos dormiu na casa de um amigo. Na manhã seguinte, nada era como antes!

Cody Dietz, de York, na Pensilvânia (EUA), era um adolescente típico de 17 anos. Como tal, ele gostava de sair com seus amigos e frequentemente dormia na casa deles. Esse foi o caso quando, em uma noite de 2008, aconteceu algo que mudou sua vida para sempre.

A mãe de Cody, Bonnie, tentou ligar para o seu celular para saber que horas ele chegaria em casa, mas ele não respondeu. Depois de um tempo sem que o filho retornasse a ligação, ela sabia que algo estava errado. Ela tentou entrar em contato com ele novamente, mas ele não atendeu o telefone. Bonnie começou a entrar em pânico.

Finalmente, o telefone do pai de Cody tocou, mas não era Cody ligando. Era o amigo de Cody, que lhes disse que o jovem não conseguia se levantar e estava murmurando de forma ininteligível. Quando ele colocou o telefone perto da boca de Cody, tudo o que o pai escutou foi um barulho gutural.

Os pais do adolescente sabiam que algo estava seriamente errado, por isso chamaram logo uma ambulância. Quando os paramédicos chegaram, eles suspeitaram que Cody tivesse sofrido um derrame. Ele foi imediatamente levado ao hospital mais próximo em um helicóptero de resgate. Chegando lá, as suspeitas foram confirmadas. O neurologista do hospital, Dr. Ray Rechwein, ficou extremamente preocupado com a condição de Cody: “O tempo de diagnóstico é a chave. Muitas das terapias têm melhor resultado quando feitas em até seis horas. O atraso no diagnóstico de Cody foi de aproximadamente 12 horas”, ele explicou. Cody estava em estado crítico, e uma imagem de ressonância magnética mostrou que ele havia tido um derrame no lado esquerdo do cérebro. Ele só tinha 20% de chance de sobreviver.

Por causa do tempo que tinha passado entre o derrame de Cody e sua chegada ao hospital, os médicos precisaram fazer uma cirurgia complicada, que consistia em remover o topo do seu crânio para aliviar a pressão do cérebro. Eles também reduziram a temperatura corporal do rapaz a 33 ºC, um procedimento usado em pacientes que estão passando por uma cirurgia de coração aberto ou por uma cirurgia cerebral. O resfriamento do corpo reduz o consumo de oxigênio do cérebro e evita que as células cerebrais morram. Depois da cirurgia, Cody passou três semanas em coma induzido, enquanto seus pais temiam por sua vida.

Enquanto Bonnie se sentava ao lado da cama e tentava não perder as esperanças, ela se lembrou que Cody tinha apresentado sintomas uma semana antes de sofrer o derrame. Ele tinha falado devagar, arrastando as palavras. Ela também tinha notado uma constante tremedeira em seus membros. Agora a razão desse comportamento estranho estava clara.

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